sexta-feira, 25 de junho de 2010

Uma semente em terra fértil...

Uma infância... Uma partilha... Uma intimidade... Uma essência! Sempre me habituei a ter-te comigo, minha companheira dos nenucos, da cabra cega e do pirinax! E foi assim desde sempre: o teu sorriso e o meu de mãos dadas, a minha lágrima e a tua abraçadas... Sinto-te minha! Cada passo dado lado a lado; cada olhar de cumplicidade; cada pedra que, juntas, retirámos do caminho! Tudo me orgulha, tudo me faz sorrir... E é nessa imensidão de horas que me perco, recordando cada movimento livre de alma com que embelezas a minha vida! Cada carícia que, qual brisa leve, me toca o rosto, me enche o coração... Sentir-te dá-me paz, confiança, vontade de enfrentar tudo e todos... E, um dia, havemos de voltar a Viana, minha MAMUTE! E voltaremos a todos aqueles sítios que bem sabemos, voltando a pisar o chão já tão nosso conhecido... És-me muito, minha querida! Dançarei contigo até à eternidade... My best*